Resident Evil Requiem é o próximo grande capítulo da Capcom e, ao mesmo tempo, um convite para encarar o medo com outra cara. Afinal, estamos falando do nono jogo principal da franquia, ou seja, um título que tem peso de “evento” e que, portanto, chega com a missão de agradar veteranos e conquistar quem nunca zerou um Resident Evil inteiro.
Além disso, a promessa aqui é bem clara: terror de sobrevivência clássico, investigação, quebra-cabeças e gerenciamento de recursos, porém com uma estrutura que alterna estilos e tensiona o jogador de formas diferentes. E, para completar, o jogo coloca dois nomes no centro da experiência, Grace Ashcroft e Leon S. Kennedy, justamente para equilibrar descoberta e ação sem perder a atmosfera.

Sumário rápido
- O que é Resident Evil Requiem
- História (sem spoilers)
- Personagens principais
- Gameplay e câmera (1ª e 3ª pessoa)
- Plataformas, edições e data de lançamento
- Requisitos de PC
- Dicas para chegar preparado
- FAQ rápido
- Onde acompanhar novidades oficiais
O que é Resident Evil Requiem
Resident Evil Requiem é o nono título principal de Resident Evil e, por isso, funciona como o “próximo passo” depois de Village, porém com uma proposta que mistura investigação e tensão em escala maior. Ainda assim, a ideia não parece ser só aumentar números ou explosões; pelo contrário, o foco está em te colocar no limite da informação e do controle, justamente quando você acha que já entendeu a situação.
Além do mais, a própria comunicação oficial bate na tecla de uma “nova era do survival horror”, o que, na prática, costuma significar duas coisas: produção mais cinematográfica e sistemas mais flexíveis para o jogador escolher como encarar o terror. Portanto, espere uma experiência pensada para ser imersiva tanto no susto quanto na exploração.
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História de Resident Evil Requiem (sem spoilers)
A premissa oficial começa de um jeito simples, porém imediatamente inquietante: um corpo aparece em um hotel abandonado no Meio-Oeste, e isso se soma a uma sequência de mortes misteriosas nos Estados Unidos. Então, a analista de inteligência do FBI Grace Ashcroft é designada para investigar o caso, justamente no mesmo lugar em que sua mãe foi assassinada oito anos antes.
No entanto, quando surge a notícia de que um policial desapareceu no hotel, o veterano Leon S. Kennedy também é enviado ao local. Ou seja, não é só um caso estranho, é uma ocorrência que aciona protocolos e puxa figuras-chave para o tabuleiro. Além disso, as descrições oficiais conectam essa investigação ao retorno de Raccoon City, o que, consequentemente, mexe com a história que a franquia construiu desde 1998.

Por isso, mesmo sem entrar em detalhes de enredo, dá para entender o tom: é um Resident Evil que quer brincar com trauma, memória e investigação, ao passo que mantém o peso de um “caso grande” envolvendo bioterror e consequências antigas.
Personagens principais
Grace Ashcroft
Grace Ashcroft é apresentada oficialmente como analista de inteligência do FBI, com foco intenso, raciocínio dedutivo e capacidade de análise. Além disso, a perda da mãe é descrita como um evento que a abalou profundamente, o que a torna mais fechada e orientada ao trabalho, e, portanto, combina com uma história que puxa para investigação e tensão.
Consequentemente, a jornada dela tende a enfatizar vulnerabilidade, observação e leitura do ambiente. Ou seja, se você curte o lado mais “Silent Hill” do survival horror, no sentido de atmosfera e desconforto, Grace tem tudo para ser a ponte ideal para esse tipo de experiência.
Leon S. Kennedy
Leon S. Kennedy dispensa apresentações, porém aqui ele volta em um contexto que conversa diretamente com o passado da série. Oficialmente, ele é descrito como um sobrevivente do Incidente de Raccoon City, com forte senso de justiça, experiência em surtos e atuação contra bioterrorismo. Portanto, ele entra como o contraponto de “agente veterano”, ou seja, alguém que entende o tamanho da ameaça e que, por isso, tende a lidar com situações mais diretas.

Além disso, a proposta oficial fala em “jornadas e estilos de jogo únicos que se entrelaçam”. Em outras palavras, o jogo não quer só alternar personagens por alternar; ele quer que você sinta diferença real de ritmo, risco e abordagem, o que, por consequência, pode deixar a campanha bem mais variada.
Gameplay de Resident Evil Requiem: combate, investigação, puzzles e recursos
Se você pensa em Resident Evil como um checklist (explorar, resolver puzzles, atirar quando dá, correr quando precisa), Resident Evil Requiem abraça exatamente isso. Ao mesmo tempo, ele promete reforçar o terror de sobrevivência com combate, investigação, quebra-cabeças e gerenciamento de recursos, ou seja, a “alma” da série continua aqui.
Além do mais, existe um detalhe grande que muda a forma de jogar: a gameplay permite alternar livremente entre primeira pessoa e terceira pessoa, para você enfrentar os horrores do jeito que combina com o seu estilo. Assim, quem curte a imersão de RE7 pode ficar perto do pânico, enquanto quem prefere leitura de espaço e posicionamento pode ganhar controle extra com a câmera em terceira pessoa.

Por outro lado, a alternância de perspectiva não é só um “modo extra” para marketing; ela pode afetar como você percebe pistas, avalia distâncias e, principalmente, sente a ameaça. Portanto, vale testar os dois jeitos e, em seguida, decidir o que funciona melhor para você.
Primeira pessoa ou terceira pessoa: qual escolher
Em primeira pessoa, a tensão costuma bater mais forte porque o espaço fica mais “fechado” e, assim, qualquer barulho vira ameaça imediata. Já na terceira pessoa, por sua vez, você enxerga melhor o entorno, o que facilita explorar e reagir com mais planejamento. Logo, a decisão vira uma ferramenta de dificuldade e conforto, e não apenas uma preferência estética.
Além disso, como o jogo gira em torno de investigação e sobrevivência, a câmera pode ajudar em momentos diferentes: por exemplo, primeira pessoa para absorver atmosfera e leitura de detalhes, enquanto terceira pessoa para combate e movimentação em locais apertados. Então, se o jogo realmente te deixa alternar com liberdade, o ideal é usar isso como estratégia.
Plataformas, data de lançamento e edições
Resident Evil Requiem foi lançado em 27/02/2026 para consoles como PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2, enquanto no PC ele aparece em lojas como Steam e Epic Games Store.
Além disso, existem edições diferentes, e, como sempre, a diferença principal está em cosméticos e extras. Ou seja, o jogo base é o que importa para a história, porém a Deluxe Edition entra para quem gosta de colecionáveis digitais, filtros e itens temáticos.
Resident Evil Requiem (edição padrão)
- Jogo completo.
Resident Evil Requiem Deluxe Edition
A Deluxe Edition inclui o jogo completo e um “Deluxe Kit” com itens como trajes (para Grace e Leon), filtros de tela, visuais de arma, amuletos, pacote de áudio e arquivos temáticos (Cartas de 1998). Assim, é uma opção para quem curte personalização e extras de atmosfera.
Classificação indicativa
O jogo aparece com classificação para maiores (18+ em lojas e páginas oficiais), então, além do tema pesado, a recomendação é respeitar a faixa etária e ajustar opções de acessibilidade e conforto (brilho, áudio e tremores) para uma experiência melhor.
Requisitos de PC (oficial)
Se você pretende jogar no PC, os requisitos divulgados em loja oficial indicam, no mínimo, Windows 11 (64-bit), 16 GB de RAM, DirectX 12 e SSD obrigatório. Além disso, o mínimo cita CPUs como Intel Core i5-8500 ou AMD Ryzen 5 3500 e GPUs como GTX 1660 6GB ou RX 5500 XT 8GB. Já no recomendado, aparecem Intel Core i7-8700 ou AMD Ryzen 5 5500 e GPUs como RTX 2060 Super 8GB ou RX 6600 8GB.
Por fim, a observação oficial menciona uso de upscaling para atingir 1080p e indica metas de 30 fps no mínimo e 60 fps no recomendado, embora a taxa possa variar quando a carga de processamento estiver alta. Portanto, além de olhar números, vale priorizar SSD e RAM para reduzir travadas e streaming de cenário.
Dicas para chegar preparado (sem spoilers)
Primeiro, trate recursos como se fossem tempo. Ou seja, cada bala, cada cura e cada ferramenta devem servir para abrir caminho, não para “se sentir seguro”. Em seguida, observe o ambiente com calma, porque, frequentemente, Resident Evil recompensa quem lê detalhes e conecta pistas.
Além disso, se você ficar perdido, mude a perspectiva por alguns minutos. Parece simples, porém a troca de câmera pode revelar ângulos, itens e referências que passam batido no calor do momento. Da mesma forma, ajuste brilho e áudio: em jogos de terror, conforto visual e som limpo fazem diferença real na sua tomada de decisão.
Por outro lado, não tente “zerar no automático” se você está chegando agora na franquia. Em vez disso, aceite o ritmo, porque o jogo foi desenhado para te colocar em dúvida, e, portanto, a insegurança faz parte da experiência. Ainda assim, quando o jogo te dá uma janela de respiro, use para organizar inventário e planejar rota, já que isso evita correr em círculo depois.
FAQ rápido
Resident Evil Requiem é Resident Evil 9?
Sim. Ele é descrito oficialmente como o nono jogo principal da série Resident Evil, por isso ele costuma ser tratado como a sequência “mainline” depois de Village.
Dá para jogar em primeira pessoa e em terceira pessoa?
Sim. As descrições oficiais mencionam a possibilidade de alternar entre primeira e terceira pessoa para enfrentar os horrores do jeito que combina com o seu estilo.
O jogo é single-player?
Sim. As páginas de loja oficiais destacam que é uma experiência para um jogador.
Tem português do Brasil?
Em listagens oficiais de PC, aparecem opções de idioma incluindo português (Brasil) tanto para texto quanto para áudio, embora isso possa variar por plataforma. Portanto, o ideal é confirmar na loja do seu console antes de comprar.












